Geeenteeee do céu!!! A cada dia que passa eu me aprofundo mais nas pesquisas sobre normalização e me surpreendo por saber tanto e tão pouco ao mesmo tempo! Há duas semanas, conversando com uns alunos em um minicurso que ministrei no Congresso Científico do IMIP falamos um pouco sobre isso…
E me fez lembrar que é muito difícil encontrar um manual completíssimo com todos os exemplos que você vai precisar referenciar/citar em sua monografia, e a existência de várias normas acabam confundindo o juízo da gente… {gosh!}
Tô falando tudo isso porque tava estudando o Citing Medicine, semana passada, e descobri que há uma regrinha específica – diferente da ABNT – para descrever alguns agnomes {nome adicionado ao sobrenome que designa grau de parentesco} na referência estilo Vancouver, cês acreditam? #fiqueipassada
A norma traz recomendações para os agnomes Junior e Segundo (ou Terceiro…):
1) Deve ser descrito após as iniciais;
2) Deve estar abreviado e sem pontuação;
3) Se o agnome estiver descrito como um algarismo romano, deve-se converter em número arábico ordinal.
Olha os exemplos que a própria norma dá:
MAS… tem uma coisinha que {talvez} você tem toda razão de perguntar: e os agnomes Filha/Filho, Sobrinha/Sobrinho, Neta/Neto? Bem. Não fiz nenhuma pesquisa aprofundada {só por tais agnomes no Pubmed}, mas acredito eu que os gringos não usam esses agnomes que são comuns aqui no Brasil… {alguém aí sabe dizer se usa?} e por essa razão {deduzo} não foram mencionados na norma.
Nesses casos, sugiro seguir – ao máximo – o que está descrito na norma. Portanto, descreva o agnome seguindo apenas a primeira recomendação, ficando assim:
Ventura LM, Costa AO Filho, Alvarenga KF. Maturação do sistema auditivo central em crianças ouvintes normais. Pró-Fono Rev Atual Cient. 2009;21(2):101–106.
E aí? Você faria desta forma também? Fala pra mim nos comentários. 😉
E tem vlog deste post em nosso canal do YouTube! 🙂
2 comentário em “3 recomendações para referenciar autores com agnomes usando as normas Vancouver”