Plantas medicinais e COVID-19

Olá, pessoal! Espero que todos estejam bem, na medida do possível.

Recebi de uma amiga esta fonte de informação muito útil para este momento de pandemia, principalmente: PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS QUE PODEM SER USADOS DURANTE A COVID-19.

Fruto de um projeto realizado por pesquisadores do Laboratório de Farmacognosia e Homeopatia, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), referenciado e baseado em literatura científica especializada, a cartilha apresenta como utilizar 29 ‘plantas’ – algumas bem populares, outras nem tanto {pelo menos pra mim} – para ajudar a combater os males que vêm do isolamento social, tais como depressão, ansiedade e insônia.

Alecrim, chá verde, curcuma, erva-mate, equinácia, frutas cítricas, guaraná, macela, unha de gato, agripalma, camomila, capim cidreira, erva cidreira, maracujá, melissa, mulungu, valeriana, alcaçuz, alho, anis-estrelado, eucalipto, gengibre, guaco, hortelã, laranja-da-terra, malva, poejo, romã e tanchagem.

Para cada uma dessas, a cartilha apresenta o nome científico, as indicações das partes que devem ser utilizadas e para que serve, como preparar e utilizar (seja fazendo xarope ou chá – por infusão ou decocção – para ingestão ou inalação), além dos cuidados que se deve ter antes de consumir qualquer preparação indicada.

De acordo com o Portal de notícias da UFMG, a professora Rachel Oliveira Castilho, coordenadora da publicação, foram listadas “[…] ‘plantas que aumentam a imunidade e amenizam sintomas respiratórios, o que ajuda a evitar adoecimento e acúmulo de pacientes nos hospitais já sobrecarregados, e outras que previnem e combatem a depressão leve e moderada, efeito colateral muito comum nesse período de pandemia e isolamento social’”. Ela ainda fez “questão de ressaltar que ainda não há medicamento que trate a COVID-19 e que o objetivo da cartilha é auxiliar em outras doenças na pandemia. [Além de lembrar] que as plantas medicinais e os produtos fitoterápicos são recursos muito adotados na atenção primária à saúde e, em muitos casos, sem a interveniência de profissionais de saúde – basta pensar, entre outros, nos chás de camomila e erva cidreira feitos em casa. ‘A cartilha agrega informação técnica e científica ao saber tradicional e à cultura popular. E não faz apologia da automedicação. Alerta para contraindicações e orienta que se procure atendimento especializado quando os sintomas persistirem'”.

No canal do YouTube da Faculdade de Farmácia da UFMG, a professora Rachel apresenta melhor a cartilha na live > Live FAFAR – XIII – “As plantas medicinais e a COVID-19: verdades, mentiras”, clique aqui para assistir. 🙂

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Fonte: Portal Notícias do site da UFMG.
*Equipe responsável pela publicação Dra. Paula Mendonça Leite, doutora em Ciências Farmacêuticas pela UFMG, e estudantes da graduação em Farmácia Giovana Karen Barbosa de Jesus, Izabella Gomes Ribeiro Maria, Luiza Martins Rodrigues e Vinícius Costa Cruz.

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