Você está escrevendo sua monografia corretamente?

Oiiieee! Hoje a dica é bem ligeira e tá relacionada à escrita da sua monografia… {na verdade mesmo, é muito mais um lembrete} por exigência de uma das normas ABNT para trabalhos acadêmicos. Presta atenção:

A NBR 6027:2012 pede que todas os capítulos e subcapítulos devem ter um texto relacionado. 

Na prática, você deve escrever algo – ao menos uma frase introdutória – em todos os capítulos e subcapítulos da sua monografia.

Sabendo disso, não faça assim…
capitulo monografia

Faça assim…
nbr 6027 escrevendo monografia

Simples, né? Qualquer coisa, grita nos comentários. 🙂

Aprenda a citar fontes escritas por mais de um autor

authors75pb660Olá! Você está normalizando seu trabalho pelo sistema de citação autor-data? Então este post trará dicas certeiras que vão responder as seguintes questões:

  1. Que dados sobre a fonte devem compor a citação, e em qual ordem?
  2. Quais os sinais de pontuação utilizar?
  3. Como citar no mesmo parágrafo uma fonte de informação, escrita por mais de um autor?
  4. Como citar no mesmo parágrafo duas ou mais fontes de informação, escrita por mais de um autor?

Se você não soube responder alguma dessas perguntas, se liga nas respostas exemplificadas:

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6 dicas pra seu sumário ficar perfeito

Olá! Você faz parte do time dos que não sabem estruturar um sumário? Então este post é exatamente pra você. Inspirei-me nos padrões ABNT e de diagramação, e serve pra todo mundo {a não ser que sua instituição apresente normas diferentes}.

1) As normas ABNT que você precisará consultar são a NBR 6027 e a NBR 6024 {ambas de 2012}. A 6027 trata a normalização do sumário em si, e a 6024 te ensina como usar as numerações progressivas para os capítulos.

2) Escreva o título SUMÁRIO no centro da página e formate-o no mesmo padrão dos títulos primários. Ou seja: se o título do capítulo 1 você formatou com fonte 14, caixa alta e negrito você vai formatar o título SUMÁRIO do mesmo jeitinho. Sacou?

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Como destacar suas citações conforme a NBR 10520

Ooooiii! Terça-feira passada dei umas dicas pra você padronizar os destaques no corpo do texto do seu trabalho, cê viu? Então.. o post de hoje é um complemento daquele lá, mas só pra quem for normalizar as citações pela NBR 10520:2002 da ABNT.

Numa citação você pode manter um destaque do próprio autor, ou você mesmo pode destacar o que julgar necessário, usando ou o sublinhado ou o negrito ou o itálico (lembre-se: nunca mais de um destaque no mesmo trecho!). O que você não pode esquecer é indicar quem foi que destacou o quê.

giphy.gif

Bom.. para as citações diretas, a 10520 pede o seguinte: se o destaque for do autor (estiver na obra que você pegou a citação), você vai indicar a citação com a expressão: grifo do autor; se o destaque for seu, você indicará com a expressão: grifo nosso. Olha uns exemplos:

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As melhores dicas para enfatizar trechos do seu trabalho

Olá! Nos últimos posts trouxe bastante conteúdo sobre fontes de informação pra você, né?! Mas pense numa saudade de escrever sobre normalização que eu tava! Hehehe.. Por isso, o post de hoje vai ser pura normalization… 😉

Abordarei um ponto que pra muita gente pode ser irrelevante, mas não é nem um pouco pra quem vai ler/avaliar seu trabalho {e nem pra NBR 10520}: a ênfase de trechos.

Quando escrevemos é comum querermos enfatizar/destacar determinado trecho ou palavra. Já aconteceu com você? Certamente… E nas minhas andanças normalizando trabalhos por aí já vi destaques meio desesperadores. Sério.

Para manter o mínimo de padronização na escrita, e até mesmo coerência, sugiro que você escolha um tipo de destaque e o utilize uniformemente até o final do seu trabalho. Os tipos mais comuns de destaques são o negrito, o sublinhado, o itálico, as aspas (“duplas” e ‘simples’) e a CAIXA ALTA. Tenho certeza que você já ouviu falar neles e que até os usou pelo menos uma vez na vida. Eles são ótimos! Mas tenha cuidado: escolha um tipo apenas, e não destaque o mesmo trecho – ou palavra – com mais de um. É desnecessário {e feio} e se você precisar destacar trechos diferenciando-os você acabará “gastando” todos os seus tipos de destaque. Saca?

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Se você tem dúvida em como e qual tipo de destaque utilizar em seu trabalho vão cinco dicas:
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Como descrever a “natureza do trabalho” em até 4 passos

Oi! Vou te dar uma dica bem ligeira pra descrever a natureza do trabalho, elemento obrigatório em sua folha de rosto. Antes de tudo, saiba que a 14724 (2011) diz o que você deve escrever na natureza do trabalho:

"tipo do trabalho (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); nome da instituição a que é submetido; área de concentração"

Pronto. Descreva agora, no mesmo parágrafo, todos os elementos abaixo na seguinte ordem:

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Digitação. Que tipo e tamanho de fonte você deve usar?

Olá! Você já começou a escrever sua monografia? Então, pra começar a ter uma ideia do quanto você já escreveu e até ganhar tempo na formatação final, use o tipo e tamanho da fonte corretos. Vou te mostrar o caminho, bora lá?

Em geral, não é exigido um tipo de fonte específico nas normas {ABNT}. Na verdade, essa exigência varia de acordo com a instituição. Porém, as fontes mais utilizadas e indicadas para escrever monografias são a Times New Roman e a Arial. Mas, qual das duas escolher? Bem, vai uma breve análise de cada uma:

times

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Os 5 pré-textuais que não podem faltar no seu trabalho

Gente, olha só.. já vem eu falar de novo sobre NBR ABNT… hehehe

A 14724:2011 traz todos os elementos bonitinhos pra você montar seu trabalho sem estresse, {tá tudo lá na norma, pode conferir} e ela ainda divide o trabalho em parte externa e parte interna. Essa última parte se divide em três: elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais, e em cada parte dessa há elementos opcionais e obrigatórios. Quer saber quais são os obrigatórios pré-textuais? Se liga aí…


rosto
1° >> Folha de rosto. Contém os elementos essenciais para identificar seu trabalho. Já dei o passo-a-passo pra você montar sua folha de rosto bem rapidinho no post 3 passos simples para formatar sua folha de rosto. E tem também a ficha catalográfica no verso, viu?! Não esqueça dela.  😛

aprovacao2° >> Folha de aprovação. Tem quase todos os elementos da folha de rosto + os elementos para registrar a aprovação de seu trabalho {os espaços para as assinaturas dos avaliadores, a data de aprovação}.

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Você sabe o que é e como usar o apud?

Olá! Já mostrei aqui no blog a diferença entre citação direta e citação indireta, você viu? Se não, pode conferir aqui. Hoje vou te explicar melhor um dos recursos mais famosos da citação: o apud, e como você deve usá-lo.

Apud é um termo em latim que significa “citado por”. É quando você cita algo que já foi citado por alguém, ou seja, você não acessou o documento original da citação. Entendeu? Também chamam o apud de “citação de citação”. Saca este exemplo: apud

Nesse exemplo, o autor transcreveu a citação do Almeida (2007) que ele leu na publicação do Oliveira (2009). {Daí, ele descreveu que o Almeida foi “citado por” Oliveira.} 😉

O pulo do gato é o seguinte: sempre que você for usar o apud traduza-o em mente por “citado por”. Não vai ter erro! :*

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Até breve!

Qual a diferença entre Apêndice e Anexo?

Os famosinhos pós-textuais Apêndice e Anexo deixam muita gente com a cabeça confusa tentando entender o que é um e o que é o outro, né? Este post vai carimbar em seu cérebro a diferença entre eles.

Antes de mais nada, você precisa saber que ambos são os espaços apropriados para inserir um documento (textual ou não) que complementará o seu trabalho. A partir disso, vamos finalmente aprender a diferença:

O apêndice É elaborado por você (autor do trabalho).         Ex.: um formulário de uma entrevista.

O anexo NÃO É elaborado por você, e sim por outro autor. Ex.: uma carta ao comitê de ética.

Simples assim. E ai, carimbou no cérebro a diferença?

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