Preciso confessar que acho um horror ter que montar referência de fonte governamental… principalmente quando estou usando alguma norma estrangeira que dificilmente apresenta regras ou exemplos adequadas à nossa estrutura de governo.
Oooiiiii! Post ligeiro pra te ajudar a entender como aplicar a pontuação corretamente nas referências APA.
1)Separe por ponto final os quatro elementos básicos da referência: autor, data, título e fonte.
2) Não use o ponto final após um DOI ou URL para não interferir na funcionalidade do link da fonte.
3) Use vírgula para separar partes do mesmo elemento da referência. Por exemplo: use vírgula entre o sobrenome e as iniciais de cada autor.
4) Não use vírgula entre os números do volume do periódico, nesse caso use parênteses.
5) Os sinais de pontuação de elementos em itálico também devem ser destacados em itálico, exceto parêntesis. Exemplo: dois pontos ou uma vírgula no título de um livro.
Neste mês de janeiro comecei trazendo a prometida série de posts sobre as normas APA… 😅 >> O Manual APA, para mim, é o guia mais completo para normalização de um trabalho científico, pois ele traz detalhes que todo normalizador gostaria que tivesse nos guias de formatação que existem na face da Terra. 🥰
Alô, alô, sexta-feira 13! O post hoje está saindo mais tarde por motivos de: “Fui bater perna e tomar um chopp com as amigas”. 🥰
Vamo em frente que a ainda há algumas horas de sexta pra ajudar quem precisa CITAR uma fonte que tenha trocentos autores nas normas APA. 😉
Só pra contextualizar… “et al.” é uma abreviatura de três expressões em latim, segundo a Wikipédia: et alii (“e outros”, masculino plural); et aliae (“e outras”, feminino plural); et alia (“e outros”, neutro plural). E é usada em citações e referências bibliográficas quando há muitos autores.
2023 está batendo em nossa porta e venho aqui agradecer por todo 2022. <3
Após uma pausa de oito meses, voltei em julho de 2022 com bastante conteúdo em três meses deste ano. Abordei as normas ABNT, APA e Vancouver, nos mais de 30 posts publicados, além de conteúdo sobre fonte de informação. Tudo isso com um plus, né mores?!:
Não foram tantos quanto eu gostaria, é bem verdade, mas eles finalmente chegaram e está na pauta termos mais em 2023. Além disso, estou reavaliando – com muito carinho e afeto {hahaha} – voltar com conteúdo no instagram e no Twitter continuo na ativa! \o/
Aceito sugestões de conteúdo, via e-mail, comentários nos posts ou via redes sociais. 😉
Portanto, obrigada, obrigada por todos os acessos, compartilhamentos, likes e inscrições no Canal no YouTube. Preciso muito desta força sempre pra ter estímulo pra fazer o canal crescer!! #help {hahaha}
Desejo um 2023 massa pra vocês, cheio de saúde {física e mental}, paciência pra lidar com seus futuros trabalhos acadêmicos e muitos, muitos lanches! <3
Setembro tá demorando pra terminar, né? Com ele, terminarei a série de posts sobre as normas Vancouver. É bem verdade que ainda há muito o que se falar sobre Citing Medicine e as outras normas que o ICMJE apresenta, mas precisamos contemplar outra norma pra ajudar outras pessoas.
O post de hoje é sobre exceções à regra que apresentamos neste post:
Para a maior parte dos tipos de documentos, o Citing Medicine indica seguir as regras do post que mencionei, mas pede que seja diferente para os seguintes tipos documentais:
A regra Vancouver de hoje trata de uma questão muito específica que confesso: nem eu tinha me dado conta que isso existe: romanização de nomes.
Romanização, segundo o dicionário Houaiss, é a “adequação [de um nome] às características das línguas românicas”. Contextualizando para nosso tema, entendi lendo um post do blog “Biblioteca Brasileira de Mangás” que a romanização acontece pela necessidade de transcrever palavras de um sistema de escrita para outro. No caso do posto que li, ele fala da transcrição do japonês para o nosso alfabeto.
Ainda segundo o post do blog, essa transcrição acaba variando de uma editora pra outra, deixando diferentes – por vezes – os nomes de autores de publicações. Para entender melhor, vale a pena dar uma lida no post deles: “Desmistificando: Por que os nomes dos autores variam?“.