Como descrever a “natureza do trabalho” em até 4 passos

Oi! Vou te dar uma dica bem ligeira pra descrever a natureza do trabalho, elemento obrigatório em sua folha de rosto. Antes de tudo, saiba que a 14724 (2011) diz o que você deve escrever na natureza do trabalho:

"tipo do trabalho (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); nome da instituição a que é submetido; área de concentração"

Pronto. Descreva agora, no mesmo parágrafo, todos os elementos abaixo na seguinte ordem:

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19 revistas científicas de acesso livre

Olá! Hoje vou te indicar uma fonte de informação que acabou de ser reestruturada: o Portal de Revistas Eletrônicas da Universidade Católica de Brasília (UCB), que indexa nada menos que 19 títulos de revistas científicas em diversas áreas, tais como Arquitetura, Comunicação, Saúde, Educação e Direito. Você pode fazer a pesquisa por artigos em cada título, individualmente ou no campo de busca do próprio Portal.

home

Segue a lista dos títulos disponíveis, por ordem alfabética:

APRENDIZAGEM EM EAD. Com o 1° fascículo publicado em 2011, é uma revista na área de gestão da aprendizagem, abrangendo processos pedagógicos, gerenciais e de inovação em Educação à Distância (EAD).

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Digitação. Que tipo e tamanho de fonte você deve usar?

Olá! Você já começou a escrever sua monografia? Então, pra começar a ter uma ideia do quanto você já escreveu e até ganhar tempo na formatação final, use o tipo e tamanho da fonte corretos. Vou te mostrar o caminho, bora lá?

Em geral, não é exigido um tipo de fonte específico nas normas {ABNT}. Na verdade, essa exigência varia de acordo com a instituição. Porém, as fontes mais utilizadas e indicadas para escrever monografias são a Times New Roman e a Arial. Mas, qual das duas escolher? Bem, vai uma breve análise de cada uma:

times

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5 fontes de informação poderosas para alavancar suas pesquisas em saúde

"Muitas vezes, sentimo-nos impotentes perante o vórtice informacional, no qual se acoplam meios e mensagem, em uma poderosa sinergia geradora de compulsividades, tanto ligadas à impraticável atualização de conhecimentos como à busca insaciável de orientações, preceitos, aconselhamentos, referências. Em especial aquelas dirigidas ao âmbito da saúde, que, infelizmente, tendem também a carecer de perenidade." (CASTIEL e VASCONCELLOS-SILVA, 2006, p. 46)

Você também sente esta impotência do quando dá de cara com o levantamento bibliográfico de sua pesquisa? Difícil saber para que lado nadar num oceano de informações, principalmente quando você está em alguma área da saúde, né? Pois bem.. foi por perceber isso que me encantei pela área de informação em saúde e decidi mergulhar de cabeça para ajudar profissionais como você.

Em minha principal atividade profissional, lá no IMIP, quando vou orientar estudantes e profissionais que buscam por informação, tanto pra se atualizar/formar quanto para desenvolver pesquisas, indico as seguintes fontes de informação para começar:

bireme

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS/Bireme) – é um portal que promove o acesso livre e democrático à fontes de informação científica e técnica em saúde da América Latina e do Caribe, englobando bases como a Lilacs e Medline, além de inúmeras coleções gerais e temáticas alimentadas pela Rede BVS.

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Os 5 pré-textuais que não podem faltar no seu trabalho

Gente, olha só.. já vem eu falar de novo sobre NBR ABNT… hehehe

A 14724:2011 traz todos os elementos bonitinhos pra você montar seu trabalho sem estresse, {tá tudo lá na norma, pode conferir} e ela ainda divide o trabalho em parte externa e parte interna. Essa última parte se divide em três: elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais, e em cada parte dessa há elementos opcionais e obrigatórios. Quer saber quais são os obrigatórios pré-textuais? Se liga aí…


rosto
1° >> Folha de rosto. Contém os elementos essenciais para identificar seu trabalho. Já dei o passo-a-passo pra você montar sua folha de rosto bem rapidinho no post 3 passos simples para formatar sua folha de rosto. E tem também a ficha catalográfica no verso, viu?! Não esqueça dela.  😛

aprovacao2° >> Folha de aprovação. Tem quase todos os elementos da folha de rosto + os elementos para registrar a aprovação de seu trabalho {os espaços para as assinaturas dos avaliadores, a data de aprovação}.

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Você sabe o que é e como usar o apud?

Olá! Já mostrei aqui no blog a diferença entre citação direta e citação indireta, você viu? Se não, pode conferir aqui. Hoje vou te explicar melhor um dos recursos mais famosos da citação: o apud, e como você deve usá-lo.

Apud é um termo em latim que significa “citado por”. É quando você cita algo que já foi citado por alguém, ou seja, você não acessou o documento original da citação. Entendeu? Também chamam o apud de “citação de citação”. Saca este exemplo: apud

Nesse exemplo, o autor transcreveu a citação do Almeida (2007) que ele leu na publicação do Oliveira (2009). {Daí, ele descreveu que o Almeida foi “citado por” Oliveira.} 😉

O pulo do gato é o seguinte: sempre que você for usar o apud traduza-o em mente por “citado por”. Não vai ter erro! :*

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Qual a diferença entre Apêndice e Anexo?

Os famosinhos pós-textuais Apêndice e Anexo deixam muita gente com a cabeça confusa tentando entender o que é um e o que é o outro, né? Este post vai carimbar em seu cérebro a diferença entre eles.

Antes de mais nada, você precisa saber que ambos são os espaços apropriados para inserir um documento (textual ou não) que complementará o seu trabalho. A partir disso, vamos finalmente aprender a diferença:

O apêndice É elaborado por você (autor do trabalho).         Ex.: um formulário de uma entrevista.

O anexo NÃO É elaborado por você, e sim por outro autor. Ex.: uma carta ao comitê de ética.

Simples assim. E ai, carimbou no cérebro a diferença?

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5 dicas para agilizar a formatação final do seu trabalho

Quem vai normalizar seu trabalho pela ABNT, tenho umas dicas ótimas que farão você saber quantas páginas terá a versão final do seu trabalho, mesmo antes de terminar de escrevê-lo, além de perder menos tempo na formatação final. Quer saber? Se liga aí:

1) Nas configurações do seu editor de texto, comece definindo o formato da página que você imprimirá seu trabalho, ele deverá ser A4 (21 cm X 29,7 cm)configurar papel

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3 passos simples para formatar sua folha de rosto

Quem for normalizar pela NBR 14724:2011 deve saber que a folha de rosto é um elemento pré-textual obrigatório que contém os dados essenciais para identificar o seu trabalho. Não tem pra onde correr: sua monografia, dissertação ou tese tem que ter uma folha de rosto e eu vou te mostrar neste post como você deve formatar o anverso dela.

Digite as seguintes informações, utilizando fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12, exatamente nesta ordem: autortítulosubtítulo (caso haja, deve ser precedido de dois pontos); natureza do trabalho; nome do orientador e coorientador (caso haja); localano da entrega. A quantidade de espaços entre cada informação dependerá do tamanho de cada um.

Configure o espaçamento entre linhas para 1,5 cm, exceto as informações de natureza do trabalho que deve ser configurado em espaço simples.

Alinhe todo o texto no centro da página, exceto as informações de natureza do trabalho que deve ser alinhado do meio para a margem direita da página (8 cm de recuo em uma folha A4), justificando-o.

 Todos esses dados precisam ficar organizadinhos assim, ó:

folha de rosto

Prontinho. Qualquer dúvida, grita aí nos comentários. 😉

Tudo que você precisa saber sobre e-books

Gente, tudo tranquilo? Preciso compartilhar aqui com vocês {com um pouco mais de detalhes} uma dica de leitura do artigo mais completo que já li sobre o uso de e-books no Brasil: Obstáculos para expansão do uso dos e-books na sociedade brasileira, escrito por Robson Dias Martins para a Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação.

O artigo foi publicado numa revista para profissionais da ciência da informação e traz conteúdos relacionados à disponibilização de e-books em uma biblioteca, mas apresenta também informações técnicas que podem ajudar os leitores que querem começar a mudar sua plataforma de leitura física para uma plataforma digital.

O Martins mostra que existe mais de um tipo de extensão de arquivo de e-books, que há e-books protegidos por direitos autorais (DRM) e que isso pode de alguma forma prejudicar o acesso. Essas informações podem ajudar você a escolher o melhor leitor de e-books que se adequará às suas necessidades.

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Pra quem é bibliotecário e ainda não tem e-books no acervo de sua instituição, o Martins mostra aspectos importantes que devem ser avaliados para a aquisição e disponibilização deste tipo de material para sua comunidade usuária. Ele mostra os aspectos mais atuais, levantados por especialistas, a serem considerados no desenvolvimento de coleções com e-books, tais como: formas de acesso, controle de uso, preservação do conteúdo digital, adequação de orçamento para aquisição, questões com o DRM, entre outros… e relaciona tais aspectos com a realidade da sociedade brasileira quanto ao uso de e-books.

Dá tranquilamente para construir um checklist do que é preciso para adquirir e-books para sua biblioteca. Dá pra acessar o artigo neste link. Aproveita lá pra se atualizar. 😉