Como referenciar LIVROS pelas normas APA

Olaarrr! Falei tão pouco de APA aqui, né?

Mas cheguei hoje pra mudar isso por ter adquirido o manual mais recente da APA: 7th edition. 🙂

E o post de hoje é bem ligeiro: como refenciar livros? Se liga no padrão:

Autor, A. A., Autor B. B., & Autor, C. C. (ano). Título do livro: subtítulo (2a ed., Vol. 1). Editora.

Chamo atenção pra um detalhe importante: o título e subtítulo são os únicos elementos que têm um destaque itálico, blza?!

Dúvidas? Os comentários estão abertos! 😉

Como referenciar um Ofício pelas normas ABNT

Oi gente! Espero que estejam bem. <3

Muita gente me envia dúvidas por e-mail ou nos comentários dos posts querendo que eu monte ou corrija referências… Quando é de um documento mais comum consigo responder numa boa, mas quando não é eu acabo demorando, pois preciso parar para estudar a norma com cuidado.

Por essa razão, vou responder essas questões com um post. Dessa forma, posso explicar com mais detalhes e ficará disponível para ajudar outras pessoas que possam ter a mesma dúvida. Blza?! 😉

Bom… vamos lá! Este post é uma resposta a um comentário da Maria Azevedo no post – {sorry, mas esse vai ser textão… hehehe}:

>> 5 dicas para referenciar fontes de autoria governamental.

 

Lembrando o seguinte: este é um post sobre a NBR 6023 da ABNT e a norma vigente hoje diz o seguinte:

1) Ofício está mencionado em duas seções da norma: a “7.11.3 Jurisprudência” e a “7.11.5 Atos administrativos normativos“. Vamos considerar as orientações da seção 7.11.5, pois suponho que é onde se enquadra o documento que a Maria precisou referenciar. Nessa seção são mencionados outros documentos além do ofício:

“[…] ato normativo, aviso, circular, contrato, decreto, deliberação, despacho, edital, estatuto, instrução normativa, ofício, ordem de serviço, parecer, parecer normativo, parecer técnico, portaria, regimento, regulamento e resolução, entre outros.”

2) Os elementos essenciais que a norma traz para referenciar esses documentos são os seguintes:

“[…] jurisdição ou cabeçalho da entidade (em letras maiúsculas); epígrafe: tipo, número e data de assinatura do documento; ementa; dados da publicação.”

3) E a norma completa: quando necessário, pode-se acrescentar no final da referência, como notas {para saber como incluir notas nas referências estilo ABNT, clique aqui}, outros elementos para descrever melhor o documento, tais como:

“[…] retificações, ratificações, alterações, revogações, dados referentes ao controle de constitucionalidade, vigência, eficácia, consolidação e atualização.”

Bom… Vocês conseguiram entender perfeitamente esse enunciado? Se sim, comenta aí: enunciado descomplicado, não preciso deste post. Se não, se liga no detalhe:

  • “[…] jurisdição – é o local onde o documento foi elaborado
  • ou cabeçalho da entidade (em letras maiúsculas); – entidade é o responsável pela autoria do documento {para saber mais, clique aqui}.
  • epígrafe: tipo, número e data de assinatura do documento; – epígrafe pra quem tá fazendo trabalho acadêmico é isso aqui, mas dentro de um ofício, beiberes, é outra cosita:
    • Segundo o Manual de Padronização de Atos Administrativos Normativos do Senado Federal {que foi o doc mais completo e confiável que encontrei para trazer essa explicação – disponível aqui}  epígrafe é um dos elementos preliminares de um ato normativo, ela indica a espécie do ato, a identificação da unidade ou autoridade administrativa emitente, o número e o ano.
  • ementa; – ainda segundo o manual do Senado citado acima, a ementa explicita o objeto do ato normativo, concisamente e sob a forma de título.
  • dados da publicação.” – que não estão tão explícitos na norma – e na minha opinião olhando os exemplos da própria norma dá a entender que são os dados de imprenta: local de publicação, editor/a e data de publicação.

Agora vamos exemplificar?

Antes disso, é importante saber que: para referenciar qualquer documento você precisa tê-lo completo em mãos, mas como a Maria não enviou o doc completo vou tentar montar a referência dela com o que temos. Ficaria assim:

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Ofício/ Gab/ 13ª SR/ IPHAN/ N° 0767/2005. [S. l.]: IPHAN, 19 fev. 2005.

E agora mais um exemplo olhando este ofício:

BRASIL. Senado Federal. Secretaria-Geral da Mesa. Secretaria de Comissões. Coordenação de Apoio às Comissões Especiais, Temporárias e Parlamentares de Inquérito. Oficio n° 118/2017 – CPMIJBS. Brasília, DF: Senado Federal, 25 out. 2017. Assunto: Requerimento n° 249/2017 – CPMIJBS.

Se o ofício estiver disponível on-line, deve-se incluir os dados de disponibilidade e data de acesso {seção 7.11.6}, conforme exemplo a seguir:

BRASIL. Senado Federal. Secretaria-Geral da Mesa. Secretaria de Comissões. Coordenação de Apoio às Comissões Especiais, Temporárias e Parlamentares de Inquérito. Oficio nO 7512016 – CJDB. Brasília, DF: Senado Federal, 7 out. 2016. Disponível em: http://encurtador.com.br/hjpz2. Acesso em: 30 abr. 2021.

Ufa! Textão, hein? ‘:)
Mas caso ainda surjam dúvidas, joguem nos comentários.

Nova Norma ABNT para Resumo {NBR 6028}

Viram que saiu lá em maio nova norma pra resumo?

Pois bem… falando do resumo que vai dentro do seu trabalho acadêmico, vamos atualizar este post lá de 2019 > 5 Regras para formatar o resumo do seu TCC < com o que chegou de mais atual na NBR 6028/2021 mesclado com a NBR 14724. 😉

Regra n° 1 – O resumo deve ser intitulado sem indicação numérica, ou seja, no início da página deve ter o título centralizado: RESUMO. Com a formatação padronizada com os demais títulos do trabalho.

 

FLEXIBILIZAÇÃO DE REGRA >>
Regra n° 2
 – É opcional preceder o resumo com a referência dentro do TCC, mas ele deve ficar logo após o título da seção (Resumo). 😉

 

Regra n° 3 – O espaçamento entre linhas do texto do resumo é 1,5. Nada de espaçamento simples… os elementos que tem espaçamento simples estão no tópico 5.2 da 14724:2011 e o resumo NÃO é um deles.

 

MUDANÇA DE REGRA >>
Regra n° 4
 – As palavras-chave ao final do resumo devem ser antecedidas da expressão “Palavras-chave”, seguida de dois pontos, separadas entre si por ponto e vírgula {na 6028 anterior a separação era por ponto, agora é ponto e vírgula} e finalizadas por ponto.
Ex.: Palavras-chave: ansiedade; psicologia; pandemia; Brasil.

 

NOVA REGRA >>
Regra n° 4.1
 – As palavras-chave devem ser grafadas com letras minúsculas, exceto substantivos próprios e nomes científicos.

 

Regra n° 5 – O resumo deve ter de 150 a 500 palavras.

Plantas medicinais e COVID-19

Olá, pessoal! Espero que todos estejam bem, na medida do possível.

Recebi de uma amiga esta fonte de informação muito útil para este momento de pandemia, principalmente: PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS QUE PODEM SER USADOS DURANTE A COVID-19.

Fruto de um projeto realizado por pesquisadores do Laboratório de Farmacognosia e Homeopatia, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), referenciado e baseado em literatura científica especializada, a cartilha apresenta como utilizar 29 ‘plantas’ – algumas bem populares, outras nem tanto {pelo menos pra mim} – para ajudar a combater os males que vêm do isolamento social, tais como depressão, ansiedade e insônia.

Alecrim, chá verde, curcuma, erva-mate, equinácia, frutas cítricas, guaraná, macela, unha de gato, agripalma, camomila, capim cidreira, erva cidreira, maracujá, melissa, mulungu, valeriana, alcaçuz, alho, anis-estrelado, eucalipto, gengibre, guaco, hortelã, laranja-da-terra, malva, poejo, romã e tanchagem.

Para cada uma dessas, a cartilha apresenta o nome científico, as indicações das partes que devem ser utilizadas e para que serve, como preparar e utilizar (seja fazendo xarope ou chá – por infusão ou decocção – para ingestão ou inalação), além dos cuidados que se deve ter antes de consumir qualquer preparação indicada.

De acordo com o Portal de notícias da UFMG, a professora Rachel Oliveira Castilho, coordenadora da publicação, foram listadas “[…] ‘plantas que aumentam a imunidade e amenizam sintomas respiratórios, o que ajuda a evitar adoecimento e acúmulo de pacientes nos hospitais já sobrecarregados, e outras que previnem e combatem a depressão leve e moderada, efeito colateral muito comum nesse período de pandemia e isolamento social’”. Ela ainda fez “questão de ressaltar que ainda não há medicamento que trate a COVID-19 e que o objetivo da cartilha é auxiliar em outras doenças na pandemia. [Além de lembrar] que as plantas medicinais e os produtos fitoterápicos são recursos muito adotados na atenção primária à saúde e, em muitos casos, sem a interveniência de profissionais de saúde – basta pensar, entre outros, nos chás de camomila e erva cidreira feitos em casa. ‘A cartilha agrega informação técnica e científica ao saber tradicional e à cultura popular. E não faz apologia da automedicação. Alerta para contraindicações e orienta que se procure atendimento especializado quando os sintomas persistirem'”.

No canal do YouTube da Faculdade de Farmácia da UFMG, a professora Rachel apresenta melhor a cartilha na live > Live FAFAR – XIII – “As plantas medicinais e a COVID-19: verdades, mentiras”, clique aqui para assistir. 🙂

Bora compartilhar?

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Fonte: Portal Notícias do site da UFMG.
*Equipe responsável pela publicação Dra. Paula Mendonça Leite, doutora em Ciências Farmacêuticas pela UFMG, e estudantes da graduação em Farmácia Giovana Karen Barbosa de Jesus, Izabella Gomes Ribeiro Maria, Luiza Martins Rodrigues e Vinícius Costa Cruz.

Notas em referências ABNT

Quando você precisa identificar melhor a obra referenciada, a NBR 6023 permite que você inclua alguma nota.

Essa nota deve apresentar uma informação importante, como por exemplo: identificar um título original, inserir outros nomes de responsabilidade/autoria, explicar do que se trata o documento (tais como ofícios, memorandos etc.), facilitar a identificação e localização da fonte (como ISBN, OCID etc.), entre outros elementos considerados importantes dentro da sua realidade.

Para utilizar esse recurso, você precisa seguir as seguintes orientações:

  1. Posicionar a nota sempre ao final da referência – logo ali após o ano de publicação.
  2. A nota deve ser em língua portuguesa – afinal, a ABNT é uma norma brasileira e subentende-se que será aplicada em trabalhos escritos em português. Agoraaaa… se você está escrevendo seu trabalho em outro idioma e usando a ABNT sugiro (isso que vou dizer agora não tá na norma, tá?) que você descreva a nota no idioma no qual seu trabalho está sendo escrito. 😉
  3. A nota não deve ter nenhum destaque tipográfico – nada de lambuzar com negrito, itálico, sublinhado ou qualquer outro recurso que faça a nota ‘aparecer’.
  4. Em relação à traduções, a norma sugere alguns exemplos – a) Usar a expressão ‘Título original’ seguida por dois pontos e a transcrição do original; b) Mencionar as traduções feitas com base em outras traduções – {já peguei algumas referências de Sigmund Freud assim, por exemplo: a obra foi traduzida do alemão para o inglês e a tradução em português foi da versão em inglês. Entende? Se não, talvez os exemplos possam ajudar…

EXEMPLOS:

PRETO; L. T. et al. Validation of the Family Health Behavior Scale for the Brazilian population. Jornal de Pediatria, [s. l.], 14 May 2021. No prelo. Disponível em: https://jped.elsevier.es/en-pdf-S0021755721000693. Acesso em: 27 maio 2021.

SHELDON, S. Se houver amanhã. Rio de Janeiro: Record, 1999. Título original: If tomorrow comes.

SOUZA, I. O amor não falha. Recife: [s. n.], 1985. 124 p., il. Versão inglesa de Ivan Turguêniev do original russo.

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É isso! Ajudou? Deixe seus comentários ou dúvidas. 😉

Um salve para as enfermeiras e enfermeiros do mundo \o/

Hoje é um dia especial para celebrar e agradecer toda a dedicação dos profissionais de Enfermagem que se doam para cuidar da vida dos enfermos.

Em ação contra à COVID-19

Neste cenário pandêmico, estes profissionais estão longe de familiares e amigos para se dedicar ofertando suor, sangue, saúde mental, alguns – infelizmente – deram a vida, para cuidar dos enfermos acometidos pela COVID-19.

Por trabalhar em hospital, fiz amizades com enfermeiras que são exemplos de profissionais. Quero homenageá-las na pessoa da Michele Oliveira, essa aí das fotos <3.

Nos conhecemos em um projeto que uniu nossas habilidades e me fez conhecer melhor algumas especificidades da atuação profissional da enfermagem. E gente… é lasqueira, visse?! Mas ela ama! Ainda bem que cada um tem sua vocação… eu jamais seria enfermeira… hehehe.

Vacinadíssimaaa!! uhuuuuuu!! \o/

Obrigada, obrigada! Meus sinceros agradecimentos e profunda admiração por vocês. <3 <3 <3

O que posso fazer deste lado de cá, como bibliotecária, é ofertar dicas pra vocês das melhores fontes pra buscar informação científica atual, pra que vocês possam mais e mais assistir seus pacientes com o melh0r da ciência, além das dicas de normalização pra que vossos trabalhos científicos ganhem o mundo! \o/

E a dica do post é uma fonte de informação: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) Enfermagem.

Trata-se de um grande portal que indexa a produção científica da área de Enfermagem, publicada em países da América Latina {Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, México, Cuba e Uruguai}. Traz também vitrines do conhecimento com temas em evidência e/ou relacionados com a área, notícias, eventos e indicações de outras fontes relevantes.

Para cada país há um portal BVS, para acessá-lo você clica na bandeirinha do país {imagem a seguir} e é direcionado à página desejada, alguns têm o mesmo layout. Quanto ao resultado das buscas, não estou entendendo bem se ela é unificada ou se para cada portal há uma lista de registros diferentes, prometo buscar esta informação e trazer num post mais detalhado pra vocês, em breve.

É isso. Não poderia deixar passar em branco este dia por aqui.

Enviem saudações e boas energias às enfermeiras e enfermeiros que vocês conhecem. <3

O que aconteceu com o Portal SBE?

Que danado foi que aconteceu com o Portal Saúde Baseada em Evidências (PSBE)?

 

Em 2012 o PSBE nasceu como uma iniciativa da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (Ministério da Saúde – MS) em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC) com objetivo de oferecer uma biblioteca virtual com conteúdo em saúde baseadas em evidências para que profissionais de saúde pudessem ter acesso às mais recentes evidências, incentivando a prática baseada em evidências, para atender melhor à população nos hospitais e unidades de saúde de todo o país.

Lembro que tive a oportunidade de ver uma apresentação da ferramenta e questionei porque não foram incluídos os profissionais de biblioteconomia, considerando que esses são multiplicadores importantes para o uso de fontes como o Portal – inclusive até já falei dele por aqui. Certamente essa questão ajudou a incluir o cadastro dos bibliotecários com registro nos conselhos da classe e tive acesso à ferramenta, divulgando-a nos treinamentos dos usuários da unidade de informação que atuava até então.

No entanto, nos últimos três a quatro anos, pelo menos, percebi que o portal já não oferecia mais bases importantes e procuradas pela comunidade usuária que atendia, tais como: a Micromedex, Nursing Reference Center, Access Medicine e Dynamed.

É triste logar no portal hoje e ver que ele parece estar abandonado, pois essas e outras bases ainda estão lá, mas com o link sem funcionar – notoriamente porque o MS não renovou os contratos com os fornecedores. A home ainda existe, dados de contato e tudo, mas puxa vida… não dá nem pra limpar essa lista de fontes que ainda estão disponíveis?

É uma pena… dá desgosto. =/

E vocês como se sentem em relação a esse abandono? Quem aí acessava ou ainda acessa conta nos comentários. E se você é bem djovem e nunca ouviu falar nesse portal, comenta aí tb. 😉

Museus como fontes de informação

Museu da Inconfidência – Ouro Preto – MG (2011).

Saudades de poder visitar um museu, minha filha? MUITA!

Desde sempre visito museus. Minha última visita foi em novembro de 2019, ao Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, mas por hoje ser Dia de Tiradentes trouxe fotos da minha visita a alguns museus da cidade de Ouro Preto (Minas Gerais) e outra do meu museu favorito de Recife (Pernambuco), o Cais do Sertão.

Sempre que posso visito o mesmo museu mais de uma vez , e a cada visita vejo algo novo ou algo sob um novo olhar. Acredito que com todo mundo é assim e em todo museu. 🙂

Os museus são {ou deveriam ser} lugares de extrema importância para o desenvolvimento da sociedade, pois é entendendo o passado que entendemos o presente e construímos um futuro melhor. Ouvi ou li algo parecido com essa frase, não lembro onde nem quando, mas sempre que vou a algum lugar diferente ela ecoa em minha mente e me faz lembrar de incluir na minha programação uma visita ao museu da cidade.

Museu do Trem, Ouro Preto, MG (2011).

Nem preciso dizer que os museus são lugares incríveis de busca de informação para referência em trabalhos de escola, de faculdade, de pós… de qualquer nível de ensino. As exposições permanentes ou temporárias passam por um processo de curadoria realizado por profissionais especialistas no tema abordado. Quase sempre no início da exposição você verá uma lista da equipe responsável por montá-la.

 

Museu Cais do Sertão, Recife, PE (2014).

Algumas instituições conseguem disponibilizar on-line suas exposições. Óbvio que a experiência de navegar on-line numa exposição é bem diferente de ‘caminhar off-line’ em lindos e poderosos prédios que normalmente abrigam os museus, né? Mas se o intuito é buscar informação para compor algum trabalho, é muito válido navegar on-line, principalmente porque é possível ver exposições de qualquer instituição do mundo.

Olha aqui essa exposição sobre a luta das mulheres pelo direito ao voto nos Estados Unidos, exposta na Biblioteca do Congresso Americano {Library of Congress}, em maio de 2019.

Shall not be denied: women fight for the vote.

 

São tantas informações e documentos importantíssimos que nos trazem um recorte precioso dessa história. E tudo está a um clique: fotografias, vídeos, livros, cartas… não dá para dispensar fontes ricas como essas, muito menos deixar de fazer essa visita on-line, né?!
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Conhecem outras exposições on-line imperdíveis? 
Qual o seu museu favorito?
Qual museu você tem muita vontade de conhecer? 😉

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Como abreviar os meses do ano nas Referências ABNT {e na vida}

Olaaarrrrr, povo meu. Deixa eu limpar as teias de aranha que pairaram neste lugar nos quase 6 meses de ausência… hehehe

Este título não traz um tema óbvio.

Acreditem: tem gente que erra na abreviação dos meses do ano. Já chegaram em nosso site com uma pergunta tipo essa: “como abreviar ‘março’ numa referência”. Como foi mais de uma vez que vi gente precisando de um help nisso, resolvi ajudar vocês para não errarem nunca mais. 🙂

Teoricamente, você não pode abreviar de qualquer jeito e as regras existem para “universalizar” o entendimento. Na língua portuguesa em boas gramáticas há indicações de como abreviar corretamente, certamente isso também existe em outros idiomas, mas o guia que indico para verificar tais reduções é o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP). Se você não tiver a versão completa dele, neste link tem uma lista de palavras abreviadas que podem te ajudar.

Mas além do VOLP, a ABNT tem uma norma ABNT só para abreviar data e hora, a NBR 5892, que deve ser consultada caso você esteja normalizando seu trabalho com o conjunto das normas da associação brasileira. Nela a representação dos meses deve ser feita das seguintes formas:

Deve ser grafado por extenso, ou em algarismos arábicos (separados por ponto e sem espaço entre eles), ou abreviado pelas três primeiras letras, em minúsculo, seguidas de ponto, exceto o mês de maio que é escrito sempre por extenso.

Se liguem nos exemplos:
— 12 de abril de 2021
— 12.04.2021
— 12 abr. 2021

Agora prestenção: O VOLP diz que ‘maio’ você pode abreviar de duas formas: mai. ou m.º. Essa segunda é bem incomum, né?

Se você está normalizando por ABNT, recomendo seguir a 5892, principalmente nas referências, se não – e está escrevendo em língua portuguesa – fique livre pra usar ela ou o VOLP, mas padronize a mesma abreviatura para TODO O DOCUMENTO.

Contaí nos comentários como você prefere. 😉